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Adolescência vs. Profissão: O que quero ser no futuro?

O que devo fazer no futuro? 
Será esta profissão a certa para mim?
Irá esta profissão garantir um bom futuro?

Estas são perguntas frequentes no momento de tomar a decisão quanto à escolha da profissão. Por trás desta escolha, existe um jovem adolescente na sua fase de maior desenvolvimento, onde existem preocupações relativamente aos pares, à família, à sociedade e a tudo aquilo que o rodeia. Não é uma tarefa fácil e é exigida ao jovem que a tome, numa fase em que a ansiedade e o medo de errar são vividos com maior intensidade.

A sociedade e os desejos da própria família são apenas mais um ingrediente a juntar à dificuldade que representa a escolha da profissão, pelo que o suporte daqueles que rodeiam o adolescente é fundamental para dar resposta às suas dúvidas, tornando o processo de tomada de decisão o mais fácil possível.

Escolher a profissão deverá ser uma decisão que tenha por base os gostos do adolescente, as suas aptidões quer a nível intelectual quer a nível físico e os seus desejos para o futuro. Não existe uma fórmula ideal para tomar uma decisão tão importante como esta. Contudo, existem alguns aspectos que poderão ser avaliados e tidos em conta no momento de a tomar:
  • Recolher o máximo de informação acerca da profissão através da internet, de livros, do contacto com profissionais da área em questão de modo a clarificar o que é a profissão, quais as actividades que a caracterizam, quais os estudos/esforços necessários para alcançar essa profissão (ex: duração do curso, disciplinas envolvidas no estudo da profissão, etc);
  • Qual o sentimento que a profissão desperta? Perceber a afinidade com a profissão poderá ajudar em casos de dúvida entre escolher uma ou outra profissão;
  • Pesquisar e ter conhecimento sobre o mercado de trabalho, saídas profissionais, desenvolvimento a nível global e retorno financeiro para que haja um melhor conhecimento do mundo da profissão;

Contudo, muitas vezes, as dúvidas persistem e não conseguir identificar aquilo que gostaria de fazer não significa falta de interesse. Nestes casos, a Psicologia poderá ajudar o jovem no seu trabalho de auto-conhecimento e escolha através da realização de uma Orientação Vocacional. Este é um processo que se traduz num conjunto de provas de interesse, de aptidões e de personalidade que fornece ao jovem algumas orientações sobre o percurso académico e profissional a seguir permitindo o amadurecimento de ideias e o desenvolvimento de competências para uma decisão informada e consciente.
https://www.psinove.com/a-equipa/raquel-nogueira

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